Por Estocador
O legível fosse que este escrito seguisse o idioma de seu título, mas que alemã de hoje, em sua consciência plena, levaria a sério as palavras desoladas desta ínfima carcaça indigente, porém notavelmente estética? Creio que nenhuma, muito menos Ela, um amor “perdido”, que certa vez assaltou a essência desta inocente vida. Ela, cujos lábios foram saciados; amaram as esfoliações deste Pênis; espremiam-se entre ambos quando, no ápice de algum prazer, seu corpo sucumbia às minhas vontades. Mas lábios também falavam, comungavam seus desejos mais apreçados neste ouvido. Eu, amoroso e amante que sou, mesmo sob tantos olhares discriminadores, realizei todas as nossas reflexões em voga. “Amor, meu querido amor, não pude deixar de pensar em você! Tuas pernas ainda visitam meus sonhos. Teu corpo, insistente, continua sendo o sujeito a que meu Pau tanto pulsa nas mais longas e duradouras punhetas solitárias. O miasma de tua vagina vaga pelos recônditos desta vida. E aquela chave de cu, minha doce querida, até quando, porventura, meu Pênis aguentará sua ausência? Preciso das tuas palavras, meu amor, dos teus gestos fêmeos, almejo o timbre da tua voz”…
É certo que nunca me abandonaste. Eu, imbecil, como pude aceitar uma carga empregatícia tão anormal para meu forte corpo? Eu aqui, você aí! Ainda só, lembro de nosso primeiro encontro. Viajávamos, de barco, para Porto Velho, RO, pela vias fluviais da grande Amazônia. Nossas redes distavam, mas não pude deixar de observar você, aquela moça de corpo simples, detentor de um tom de pele maravilhoso. Roliça, redondinha, da maneira pela qual mais empolgo. Cabelos castanhos escuros, olhos similares a esta cor. Mas o que jamais pude deixar furtarem de minha memória é sua obsessão por aquele livro cujo nome por muito desconheci. Mas agora você está longe…longe…longe…talvez em nossa casa no interior da Alemanha, ja?
A mais inesquecível de todas as fodas, sem dúvida, foi aquela na beira do rio Madeira, no Amazonas, lembra? Estávamos em Humaitá; bebíamos cerveja num bar próximo à beira do rio, quando você decidiu me beijar. Os corpos esquentaram e rumaram instintivamente para um local agradável. Você, decidida, puxava-me barranco do rio abaixo para aquela longínqua extremidade de terra, deserta, porém, segura e aconchegante. Bolinávamos loucamente. A mistura do cheiro do rio, terra, mato e o teu me deixaram alucinado. Meu Pau implorava para penetrar tua vagina ali. Foi quando, levemente, pus as mãos dentro de tua calça para sentir a sua então umidade. Que vagina macia! Mas tu quiseste anal. “Meu Deus, a insanidade tomou conta de mim! Preciso desta alemã, da mulher que, em seu ventre, levou consigo nossa filha. Preciso penetrá-la, penetrá-la, noite após noite, dia após dia, saciá-la de prazer, estocar e sentir o cheiro de seu cu e vagina, gozar dentro ou fora, na cara, preciso dela esfregando sua vagina no meu Pau e rosto. Una-me a ela ou morrerei”…
Meine Frau, liebe Frau. Mein Teil, mein Mädchen, Traum. Quando encontrarei você em minha cama novamente? Quando estarás nua e arreganhada sobre ela? Quando cavalgarás novamente sobre meu forte corpo? Diga-me, bitte! Meu amor, tu és a luz do meu mundo, great world, tu és a esperança da minha solidão construída, eu sou teu puto, tu és minha puta, eu sou teu homem, tu és a mulher…tua é A vagina…Depois da última carta me aliviei quando soube que estás morta de saudade e vindo pra mim…Minha doce, meiga…quando chegares, foderemos tanto, tanto, tanto, principalmente pelas tardes, após o almoço…Amor, Amor, Amor, Elizabeth, meu querido e eterno Amor…









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