Reise¹

28 03 2009

alto_mar

Por Estocador

É noite, o mar está calmo, sereno, o horizonte, desconhecido, infinda nesta imensidão natural. O vento é inconstante quanto à sua intensidade e direção, ora em rajadas ou leves brisas; norte, sul, oeste, leste. Lua minguada, muitas nuvens, suponho. Repentinamente, naquele horizonte impenetrável, um conjunto de pequenas luzinhas. Estamos navegando pela superfície para carregar as baterias do motor elétrico, e certamente aquela é uma esquadra aliada. A metade do grupo descansa, preciso retornar para o interior do U-Boat.

O comte. Brennt já avistara a armada. Os acordados estão atentos. Se nos virem, o que faremos?! Estamos em tráfego de retorno a nossa balsa atracador, sem torpedos, sequer ração ou munições de menor calibre. E eles estão bem à frente, sobre nossa linha. Penso, “porventura estejam eles a nosso aguardo”? Tiveram conhecimento de nossa rota de recuo? Ou meramente cruzam estas águas transatlânticas rumo a outra ofensiva. Não me importa quem são ou quê façam, estamos todos no mesma nau da destruição, mas preciso existir até o final. A questão não é trucidá-los, mas manter ar ininterrupto em meus pulmões.

“Desperte todos, Heinz, e faça com que evitem qualquer ruído”, murmurou-me o comte. Herr Brennt anunciava cansaço. Os olhos, de um castanho escuro e arriados, denunciavam alguma dor que da qual nem ele mesmo obtinha seu motivo. Mas arrisco palpite: Brennt, homem de família, esposa e filhas à sua espera em nossa München², ele, até mais que eu, necessitava continuar sua existência; pois sou apenas mais um em nossa Deuschtland³; Ich bin einen Leutnant, nur! Aber, ist er der Kommandant!4 Ei, psiu! Danuser, Danuser, acorde: problemas… Gebruder, tu, levanta… Hintereder… Mülller… Kruspe… Gerber!

Certo é que a armada já estava bem próxima. E a ordem foi desligar motores e qualquer sinal, energia, luzes, tudo. E voltamos para as profundezas do oceano, na esperança que a esquadra, sobre nós, passasse sem que nos percebesse sob suas blindagens de aço. Gott5, assim sucedeu! Mas não sem que nossas almas sentissem o abalo daquilo que figura ser estar ante a porta do inferno; a tensão pré-morte. Meu corpo estremecia, pernas, qual sua função? Não pude conter-me de pé, deitei-me afim de evitar, sim, nem mesmo a respiração era permitida. Cerrei os olhos com frenesi, porém, audição ainda me era presente, quando por meio dela me invadiu o corpo, como que reunidas sob as regras de sonetos da morte, a sinfonia da circularidade das hélices, cujo metal rasgava barroco as frígidas águas de cujos graus cortantes implorava a Deus para que não, pelo menos ali, entranhassem nesta minha indigente carcaça. As hélices passaram apressadas.

Assistirá a nossos colegas de outros U-Boats a mesma sorte que nos escolheu? E se estiverem supridos de torpedos e pouco preocupados em regressar? Os acordes dessas hélices cessarão. Mas quanto aos seus mantenedores? Para onde irão esses seres? Coitados! Queria poder abrigá-los, todos, em nosso limitado espaço. Muitos, no início, depois de abatidos, foram resgatados como prisioneiros e deixados em proximidades costeiras, mas a guerra tem não sei bem se piorado ou melhorado seus traços, a ponto de, agora, sermos obrigados a fuzilar. Mas quem fuzila, a Guerra em si, as tensões da Política corrente ou o próprio Ser manejador de fuzis, metralhadoras, canhões? Aí é que me pergunto; quem me trouxe para dentro dessas anteparas? Que entidade me apresentara a este gosto de ferrugem e óleo? O que mantém meu atual estado; 20 anos, deitado, de bruços, como eu, Kruspe chora ao meu lado, meus pensamentos visitam minha casa, Liebe Mutter6, meus irmãos… De repentino, a zoada dos motores retoma e nossas hélices iniciam sua cantoria própria…As lágrimas se vão!

[1] Viagem

[2] Munique

[3] Alemanha

[4] Eu ainda sou um tenente! Porém, ele é o comandante!

[5] Deus

[6] Querida mamãe.





Fantasia de Nanna

21 03 2009

Farra de Nanna

Farra de Nanna: antes de dar para todos os clérigos malditos pornográficos da CNBB

Por Estocador

Mãos no volante, segurando-se com firmeza a vontade, ora impaciente. Uma expressa a certeza recém incutida na cabeça da “mulher” de que, quando em sua casa chegar, lá, um notável pau a encontrará, duro, verticalizado sobre a cama. Mas a inconstância é que tem maior significado para ela, pois sabe que o pau nada é senão um sonho, sua profissão metódica a impede de foder todos os dias. De repentino, uma curva um tanto que atenciosa – quase provoca um acidente. É tanto tesão, sua calça jeans, na área da buceta, está toda molhada…quer chegar logo em casa!

Calcinha e sutiã, assim está Nayanne, sobre sua cama macia, com janela aberta para as embarcações cujos cascos vagam pela área portuária da Manaus Moderna. “Aiiiii!”, ela suspira, pois um pepino, àquela sua mão inquieta, é acoplado na buceta da Nana, seguido de massagens circulares na região do clitóris. O que, porventura, estaria pensando Nana em meio a ritual tão metafísico como este? Eu sei, imaginava-se ainda adolescente, 15 anos, e no banheiro da escola católica em que estudara seria abordada por um Sujeito estranho, este abriria com rispidez a porta do vão sanitário em que se encontrava ela, arreganhada, mijando qual uma recém putinha. O Sujeito a puxa pelos seus lindos cabelos dourados, e já de pau duro, vai logo botando aquela boquinha rosa pra chupá-lo. Nana está nervosa, mas ao mesmo tempo tesuda, adora a sensação de sentir aquele osso pulsando em sua garganta adentro. Deu! Num golpe, pela nuca, com uma força surpreendedora, espatifou a debutante na parede do local, de modo que seu nariz começa a sangrar. Ela grita, chora, mas gosta, adora ser fodida!

No piso, agora, Nana se contorce ora de dor ora morta de prazer, querendo mais. Então tá, o sujeito coloca a menina de bruços, ela, instintivamente, vai logo empinando o rabinho, ele a chupa: “estimulação clitorial”. Chega, o pau está na ilharga da bucetinha, prepara e empurra de uma vez só com toda sua força. O ato é seguido de um grito feminino…

É o de Nana, mas na esfera real e material de sua cama; acabara gozando antes mesmo do Sujeito tirar sangue do seu cu. Após o gozo Nana quer realmente dormir, e bem descansa suja mesmo, melada, aromatizada naturalmente por miasma sexual.

Mas amanhã é sábado; encontrará o namorado. Rolará na rola. Só que quando rola, em posição dominante ela vira de costas pro corno, fecha os olhos e retoma seus torpes pensamentos…seus super heróis sexuais, o Sujeito, Max, Never, o Clube deste Blog – CNBB e eu, que vos escrevo, Estocador…estaremos no pensamento de Nanna!





Virou Purpurina

20 03 2009
Clodovil na cama com o seu brinquedo sexual

Clodovil na cama com o seu brinquedo sexual

Por Zé Mephisto

Morre um dos espécimes mais vazios de toda a televisão: Clodovil Hernandes. Um sujeito polêmico, que ao longo e sua vida acumulou desafetos. Logo que foi eleito, uma jornalista o interpelou qual seria a sua bandeira de luta, e ele, tão profundo quanto um pires, disse que nao sabia nada de política; tudo bem, está na média dos outros parasitas da câmara; e quebrou o decoro parlamentar ao chamar uma deputada de feia(coisa de bicha fresca). A verdade é que o estilista não vai fazer muita falta tanto na política, quanto no mundo da  moda. Até mesma a sua familia não quis se responsabilizar pela carcaça(como era querido). Logo que a bicha louca bateu as botas, toda a midia, começou a homenageá-lo, postulando hipocritamente que ele virara santo.

Virou santo não, virou purpurina, a agora está dançando no paraíso das bibas…





O crente e o sodomita

14 03 2009

Dialética: sodomia de si para si

Dialética: sodomia de si para si

Por Zé Mephisto

 

Recebi o seguinte email de um amigo meu, contando o precendente caso:

Eu sempre gostei da sodomia. Veja bem, comecei a me dedicar a esta modalidade quando estava por volta dos meus treze anos e meio, e resolvi deixar o meu antigo desejo reprimido pelas amarras da religião desenvolver-se plenamente.

Desde então tenho praticado exaustivamente este expediente com um salutar prazer que só tem aumentado a minha qualidade de vida como decorrer do tempo. Sempre depois de uma seção de sodomia eu me sinto rejuvenescido, como se os aborrecimentos dos meus trinta e cinco anos fossem todos jogados por água abaixo…

Pratico sempre com amigos meus, seja em dupla ou em grupo, mulheres também podem participar, desde que tragam o consolo. Me lanço neste exercício em qualquer lugar possível, em casa, na empresa, em boates, nas paradas de ônibus, nos próprios ônibus, muitas vezes em praças, é uma prática que recomendo para qualquer pessoa, muito bom esse exercício da sodomia…

Bem, deixando de lado esta pequena introdução sobre os benefícios da sodomia na fisiologia do corpo, tenho que contar um pequeno ocorrido comigo, duas semanas atrás…

Estava eu praticando o meu esporte favorito, vocês sabem qual é, num pequeno banco da praça do congresso, por volta dos três horas da tarde, num daqueles sábados muito ventilados e aprazíveis que fazem a nossa alegria, nós, os sodomitas — pois descobri com alguns amigos meus que o nosso esporte tem melhor aproveitamento em dias ventilados e frios, ainda não descobri o porquê disso, mas prometo fazer uma tese de doutorado sobre o assunto…

Pois bem, deixemos de cantilenas inúteis e vamos ao que interessa… Estava eu a praticar a sodomia na praça do congresso, cujo penetrador era um rapaz bem forte e bem dotado que conhecera naquele exato momento. Eu estava muito a vontade e a coordenação motora do moço no exercício era mesmo admirável, quando me surgiu um desses seres ressentidos e desprezíveis popularmente chamados de crentes. Era um desses exemplares meio raquíticos, de semblante murcho e rosto inexpressivo. Veio até nós, parecendo muito incomodado com a cena toda. Estranho, havia outros colegas de esporte praticando a modalidade de maneira bastante espalhafatosa, nós dois estávamos bastante discretos em nosso canto… Quando chegou até nós, a pobre criatura iniciou o seu velho discurso de ressentimento. Não havia nada de original na fala daquele rapaz, os mesmos cacoetes, os mesmos clichês do estilo, as mesmas causas dos mesmos imaginativos problemas. Nem mesmo a voz do rapaz era original, sempre com aquela irritante languidez tão endêmica nos religiosos.

Eu e meu parceiro, que a principio ignoramos o religioso, começamos a ficar envergonhados com tão constrangedora situação, pois nossos outros amigos da praça começaram a rir de nós.

Já meio irritados com a indiscrição do jovem, resolvemos ser mais energéticos.

“Olhe rapaz” Intervir logo após termos parado a sodomia. “Você esta sendo mal-educado se intrometendo em assuntos que não lhe diz respeito e que não atrapalha em momento algum o interesse público.”

“Como não me diz respeito? Diz respeito a Jesus!”

“Olhe rapaz, o seu Jesus deve estar praticando o mesmo que nós com uma dúzia de anjos lá no céu enquanto você nos atrapalha com nosso negócios aqui na terra”

“Mas que petulância!”

“Como assim? Só disse a verdade…” A raiva do jovem bíblia me deixou bastante satisfeito.

“Que o senhor tenha piedade de você por suas blasfêmias e por seu modo dissoluto de viver”

“Meu jovem, você não acha mesmo que eu estou ligando para o seu discurso?” Em seguida me dirigi ao meu companheiro. “Meu bom amigo, mostre a ele o que realmente é um jeito descente de se viver.”

Então o meu colega tomou o jovem a força e o sodomisou ali mesmo, entre as gargalhadas de todos na praça.

O rapaz até que ficou muito enfurecido, mas com o decorrer dos dias ele começou a se dedicar ao esporte; hoje é um praticante assíduo e se prepara para disputar o campeonato estadual…





Ane

14 03 2009

Ane, a bojudinha

Ane, a bojudinha

 

Por Estocador

Acabara de sacar boa parte do meu recém salário? Era 18:30, sexta feira, e certamente boa parte das putas iriam estar lá pelo centro da cidade mais tarde. Dançando em boates prediletas, Rêmulos, rasgando suas fantasias de seus belos corpos, rebolando, esfregando bucetas no cano do palco. Enfim, a sacanagem me evocava, e como sempre, não apresento qualquer resistência; cedo por mim, pela carne, pelo sexo barato. Me entrego porque quero, necessito sentir o aroma de buceta e estocar meu pau nelas, e sem qualquer proteção: flertar com o proibido.

Meu velho amigo de infância, David, como eu, resolveu virar de costas à sinagoga, sim, e viver the wrong way of life. Esse judeu “filho da puta” me liga neste exato momento. “Aaaaaahhh, caralho, fala, man, vamo curtir a night?”. “Pra onde?” – indaguei eu; “Pro Rêmulos, socar umas putinhas!”. “Me encontra no Castelinho Bar às 20:00, beleza?” – disse ele. “Tranqüilo, pode crer”. Nos encontramos, tomamos algumas cervas, putanhamos com algumas colegiais do IEA e rumo ao Rêmulos, garoooooootoooooo…

Isso aí, quando cheguei já fui logo abraçando a Ane, corpinho gostoso, dando palmadinha de leve naquele rabinho fogoso implorando pra ser penetrado. Ui, papai, só de imaginar meu pau atolado naquele cuzinho macio, já dá até vontade de subir pro quarto agora mesmo com ela. Mas deixa pra depois, tá muito cedo, ainda são 22: 00. Antes de comer a Ane quero que ela dance pra mim, no palco principal. E não raro boto meu pau pra fora e bato, só pra começar, uma bronha ali mesmo!!! Perto do palco, porra, e não lá fora!!!

A droga começa a rolar solta, uísque, maconha, pó, tudo o que um intelectual como nós, um dia futuros Drs. precisamos. Opa, a Ane vai entrar no palco, começa o strip, ela está de pocahontas. “Que shortinho de couro mais fudido esse” – falo com um tom totalmente tesudo, e pegando na cabeça do meu pau. E ela começa a dançar. Rebola, gira, contorce, “ai, caralho!!!”, e tira a bota, depois o chapéu, já está só com o shortinho de couro. Me aproximo do palco, e ela esfrega a buceta na minha cara, “Poooorrraaaaa!!!”. “Que cheiro de vida, esse!”. Ela começa a tira o short; faço sexo oral nela ali mesmo. “Paga só o quarto, eu adoro foder contigo; você me entende, sabe” – disse ela. E fomos, mas quando olhei pro lado, o David já tava era com uma também, a Larissa, uma negona giganta de quase dois metros. Fomos ambos casais para o quarto.

Estou sob água de chuveiro, a Ane, uma branquinha meio bojudinha, de joelhos com o meu pau até a garganta, chupando indescritivelmente o Menino. Chupa a cabeça, depois uma massagem no saco. Nessas horas realmente tenho certeza de que sou feliz, sim, eu a mulher dos meus sonhos. E não é nenhuma posudona metida a besta que não sabe foder um cara, é a Ane, uma puta assumida. Sincera comigo e com ela mesma. Posso até dizer que amo, sim, chego a ama essa “vagabunda”, e não me importo se ela transa com outros, gosto dela por causa de sua sinceridade. Um homem só pode ser feliz ao lado de uma puta, e como cravou Kerouac, é impossível ser saudável sem amar e gozar…

Transei com a Ane por toda noite. Faz dois anos que temos um caso. E já de manhã, logo ao levantar da cama, ela me olhou, bem no fundo da alma e perguntou “Como é que nos damos tão bem, hein. Será que é porque eu sou puta?”. “Não Ane, acho que seja porque não usamos máscaras, nem mesmo somos egoístas um com o outro. Você gosta de foder comigo e eu contigo, você gosta de mim do jeito que sou, eu de você, assim mesmo, prostituta.

Daí a importância de se casar com uma puta, mas, como diz Zé Mephisto, isso é tema pra outra escrita.





Estuprem o Bispo!

11 03 2009

Ele quer mesmo é ser penetrado...

Ele quer mesmo é ser penetrado...

 

Por Zé Mephisto

A moral cristã tem dado nos últimos anos patentes sinais de decadência. Mas agora ela está mais caduca do que nunca. A igreja católica resolveu excomungar a equipe médica que efetuara o aborto na menina de nove anos estuprada pelo padrasto. Também não escapou a mãe da menor, que autorizara o procedimento. Tudo arquitetado pelo descente Bispo de Recife. Muito bem. Nota dez para o bispo de Recife e para a sua igrejinha escrota e senil. No entender destes padres pedófilos que passam a vida se dedando pelos monastérios da vida, o estupro de uma criança não é um pecado tão chocante. Também pudera, violar criancinhas é a especialidade deles. Não importa se a menina tem nove anos, se fora estuprada, se engravidara de gêmeos ou se a gestação acarreta claros riscos de morte. Aborto nem pensar. Nem pensar também nos traumas potencializados que essa menina vai sofrer. Aborto é algo muito mais serio, é terrível, é mortal! Tem que excomungar! Tem que mandar para a fogueira! Que volte a inquisição! Para o bispo, para a sua igrejinha falida e para todo o resto da sua banda podre o estupro não é algo tão ruim assim, portanto: ESTUPREM O BISPO!





Coragem ou pilantragem?

8 03 2009
Wallace: fio-terra no molhado

Deputado Wallace Souza: fio-terra no molhado

Por Fran Forunculus

É muito fácil criar certas expectativas sobre algum indivíduo que comete algum delito diretamente. Mais fácil ainda é denunciar que tal indivíduo é criminoso, pois ele é agente do caos, a qual a sociedade o teme ou que a comunidade o protege, numa reciprocidade interligada, numa cumplicidade perigosa. Numa outra instância, tanto indireta quanto periculosa, estão os anônimos barões do crime; poderosos longe de qualquer conflito onde a televisão nos faz acostumar o exibicionismo da desigualdade social, onde se banaliza a qualquer preço a violência, por manipulação dos fatos, pela inverdade acometida; a vulgaridade da violência a custa dos vícios do pó nas narinas da elite acomodada.

O discurso da responsabilidade do desenvolvimento nas mãos de uma classe, esse esteio que guia os destinos da nação é mais farra de fundo de quintal patrocinando as orgias da galera endinheirada dos belos condomínios e residências do que qualquer outra coisa. Muito mais interessante ainda é quando um homem público, íntegro, puro, ético, apresentador de TV que prende bandido, defensor dos mais humildes, esteja envolvido num esquema de tráfico de drogas e até assassinatos; até o filho deste político “correto” está imerso neste mundo oculto do crime e está ameaçado de morte e tudo.

É difícil acreditar; mas nos esforcemos; queira-se acreditar na inocência deste homem, que tão bem faz a sociedade, especialmente quando seus relatos soam como verdadeiros e afirma que é vítima daqueles que querem melar sua candidatura a deputado federal em 2010 ou mirar de forma ríspida no seu irmão, vice-prefeito; queira-se, portanto, acreditar que sua imagem estampada numa foto dentro da piscina com o traficante denunciando sua estreita relação de amizade seja de fato uma manipulação e montagem feita pelo programa Adobe Photosop. Outras dúvidas não caberiam neste texto curto, queira-se que não seja verdade.

Na decadência desses tempos, fingir e correlatar que nada sabe ou faz parte disto é padrão de virtude, de honestidade; pois tanto faz que seja Don Corleoni ou seu filho Michel Corleoni que estejam nesta empreiteira; ainda mais quando o palco político é a rinha das disputas ocultas, onde o complô “maçionário”, comum de grupo fechado, esteja repleto de verdades peludas ou inacreditáveis. Enquanto numa ponta do iceberg, traição numa organização do crime é resolvida na deletação do indivíduo; na outra ponta, a do mundo político, trair não é tão simples assim. Pode ocorrer em votações secretas para obtenção de cargos, mas nunca se declara os infortúnios prazeres por trás da integridade, a exemplos que esses homens sabem e são cúmplices de banquetes dionisíacos, praticantes da pedofilia, da pederastia ou usuários da cocaína ou da própria venda e a mesma financia tais banquetes “políticos”.

Claro, tudo isso não pode ir à tona ao público, seria uma tragédia; é decretar o fim da carreira política de muitos, já que isto faria um efeito cascata e a podridão se revelaria e instalaria um mal-estar que muitos temem, pois muito se sabe dos podres que acontece nas casas do poder, ditas do povo.

A política em Pornôcity é do faz de conta que governa ou legisla, porque seria muito cômodo afirmar que políticos gostam de crianças com decotes justos em seus colos, dão o cu, cheiram pó, são corruptos e fazem farra com o dinheiro público e são envolvidos com o tráfico de drogas e com homicídios. Queira-se acreditar que não.

Pornôcity é a cidadela dos justos. Todos são inocentes e ninguém é culpado.





Nayanne quer um amante

8 03 2009
Nayanne, puta indecisa

Nayanne, puta indecisa

Por Estocador

Certa vez, pela internet, conheci uma mulher, Nayanne Maia. Colega, trata-se de uma galegona alta, detentora de um Rabo imenso, hehehe. Eu sei que durante um ano, conversa vai, conversa vem, marcamos um encontro num Bar. Pronto, agora, de fato, conheci a tal da Nana, como a chamavam. Puta que o pariu! Fiquei atônito quando vi a rapariga, pô. Mas tentei ser mais tranqüilo pra não dá em cima dela.

Pedi uma cerveja. Ela, posudona e tal, meio europeizada, disse que só tomava vinho. Por mim tudo bem, e continuei tomando minha cerva. 35 minutos após nossa conversa a bicha não agüentou, “ai, acho que vou tomar cerveja mesmo, hehehe, mas me dá um enjoo!”. Ah, bicho, quando essa dona tava no terceiro copo alguma coisa tomou conta da mulher. Sentia que no liame do bate-papo ela, em vez de me olhar na cara, ficava fitando minha boca, meu cabelo, até minha sobrancelha deu para perceber que ela tava vasculhando.

Foi aí que me lembrei duma teoria sexual que li na Playboy que dizia o seguinte: nunca ache que uma mulher está interessada em você se apenas ela olhar em sua direção ou pra você, mesmo. Talvez ela esteja tentando lembrar de você de algum lugar ou algo assim… Mas se ela ficar mirando sua boca por muito tempo, este é o sintoma de que ela está afim…

Seja lá como for, com teoria ou não, a mulher começou a ter uns espasmos no peito, “ai, tô com um calor!”. E haja ela se mexer. Inquieta, arrumava o cabelo todo o tempo, retocava o batom, banheiro de quinze em quinze minutos. Não aguentei e perguntei, “cê ta passando mal?”. Hehehe. Eu sabia que não, sei o que ela queria: uma rola bem grande encravada naquele cuzão dela, ou também até os ovos afogada naquela bucetona que deixava marcada a calça jeans que vestia.

“Vem cá” – eu disse. “Vamos lá fora respirar um pouco”. Claro, só papo, com ela de pé e em movimento eu teria mais flexibilidade para puxá-la pelo braço e dá uns amassos nela. Marrapaz, e tu acha que eu fiz o que? Caminhando, juntos, parei, olhei pra ela e disse com a cara mais cínica do mundo, “Nayanne, para com isso, vem cá”. E dei um puxão na bicha, a imprensei sobre um muro que vadiava próximo a nós, e taquei-lhe um beijo e esfregando, mesmo de roupa, meu pau duro ora na bunda ora naquela buceta já toda molhada da Nana.

Amasso vai, amasso vem. De repente a Nana, aquela posudona que só tomava vinho já tava na maior gemedeira, “ah, ah, ai, passa teu pau na minha bunda, vai”. E disse mais, “sabe, Estocador, eu sou casada, mas meu marido é um advogado prego, uma bichona que vive dando cú por aí. Quando chega em casa ele até me come, mas depois quer que eu faça meinha nele. Uma vez eu peguei ele cheirando uma cueca sabe lá de quem e sentado num vibrador no maior êxtase. É por isso que eu preciso de você, Estocador, um amante, sim, eu preciso, quero um amante pra esfolar minha vagina e fazê-la feliz”.

“Tá bom, cala boca, entra no carro e me espera, hoje vou te fazer a puta mais feliz de toda a Terra”. “Oh, sim, sim, Estocador”!

Tinha certeza, esta noite o rabo da vaca ia dá nó, Hitler ia ser absolvido, o mosquito engoliria um boi, e eu, certamente, sexta, sábado e domingo, foderia até meu pau encruar… E quem quer que chegue por perto vai levar rola no cú – marido, cachorro, galinha, ursinho de pelúcia; amante é pra essas coisas…





Bem-vindos a PornôCity!

8 03 2009

Por Zé Mephisto

Como todos sabem, PornôCity está situada no estado do Amazonas, mas precisamente na embocadura do Rio Negro com o Rio Solimões, ou como vocês preferirem em qualquer lugar. È uma cidade onde tudo lembra o pornô, a verdadeira cultura da sua gente: as vaginas redentoras, os pênis cambaleantes, dos políticos sodomitas e dos miasmas provicianos.

Aqui em PornôCity o povo gosta de lideres que lhe enfiem no cú. O povo de PornôCity é muito estranho. Já chamaram essa cidade até de paris dos trópicos, mas a verdade é que essa cidade prefere levar uma boa no cú…

Tome com exemplo o vice-governador, louco por enfiar em criançinhas, ou o prefeito, um sodomita da mais alta categoria e muito respeitado em seu meio.

Mas vamos deixar esses fatos da contemporaneidade de lado e analisar a história de PornôCity.

Há muitos séculos, eram os índios que, sozinhos, costumavam se comer por aqui, mas então chegaram um tal de Orellana da terra de Portugal, lá do velho mundo, trazendo umas bichas com eles, e uns indivíduos muito estranhos que vestiam-se de preto, gostavam de fio terra e adoravam o grande deus do pau oco.

Quando os europeus e as bichas viram os índios, não resistiram, enfiaram nos índios.

Mas aconteceu que os espanhóis, outras bichas, ficaram com o trono da bicha mor de Portugal e dominaram essa região cheia de índios.

Ai foi a vez dos espanhóis enfiarem nos índios.

Os índios já estavam com o trazeiro assado de tanto levar dos espanhóis, quando os portugueses tomaram o lugar dos espanhóis e voltaram a meter pesado nos índios.

Tinha até umas bibas que se auto intitulavam jesuítas, e que gostavam tanto dos índios que pediam pra eles enfiarem nos seus santos traseiros.

Depois que a republiqueta dos bacharéis conquistou a independência, o povo de PornôCity passou a ser sodomisado pelos ingleses que adoravam vir aqui tirar leite do pau. Eles gostaram tanto do pau que resolveram levar alguns com eles para ficarem descascando lá na Ásia.

Depois décadas, os milicos, que davam de vez em quando umas chupadas nos americanos, instalaram em PornôCity um pólo industrial, que no fundo era só mais uma desculpa para os americanos enfiarem sem piedade no povo daqui.

Mas nada disso é importante, cavalheiros! Como os senhores podem ver, a cidade vos chama, vamos andar logo pelos suas ruas e pegar a primeira filha da terra, a fazê-la de nossa prostituta.

Sejam bem-vindos a PornôCity!








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