O crente e o sodomita

14 03 2009

Dialética: sodomia de si para si

Dialética: sodomia de si para si

Por Zé Mephisto

 

Recebi o seguinte email de um amigo meu, contando o precendente caso:

Eu sempre gostei da sodomia. Veja bem, comecei a me dedicar a esta modalidade quando estava por volta dos meus treze anos e meio, e resolvi deixar o meu antigo desejo reprimido pelas amarras da religião desenvolver-se plenamente.

Desde então tenho praticado exaustivamente este expediente com um salutar prazer que só tem aumentado a minha qualidade de vida como decorrer do tempo. Sempre depois de uma seção de sodomia eu me sinto rejuvenescido, como se os aborrecimentos dos meus trinta e cinco anos fossem todos jogados por água abaixo…

Pratico sempre com amigos meus, seja em dupla ou em grupo, mulheres também podem participar, desde que tragam o consolo. Me lanço neste exercício em qualquer lugar possível, em casa, na empresa, em boates, nas paradas de ônibus, nos próprios ônibus, muitas vezes em praças, é uma prática que recomendo para qualquer pessoa, muito bom esse exercício da sodomia…

Bem, deixando de lado esta pequena introdução sobre os benefícios da sodomia na fisiologia do corpo, tenho que contar um pequeno ocorrido comigo, duas semanas atrás…

Estava eu praticando o meu esporte favorito, vocês sabem qual é, num pequeno banco da praça do congresso, por volta dos três horas da tarde, num daqueles sábados muito ventilados e aprazíveis que fazem a nossa alegria, nós, os sodomitas — pois descobri com alguns amigos meus que o nosso esporte tem melhor aproveitamento em dias ventilados e frios, ainda não descobri o porquê disso, mas prometo fazer uma tese de doutorado sobre o assunto…

Pois bem, deixemos de cantilenas inúteis e vamos ao que interessa… Estava eu a praticar a sodomia na praça do congresso, cujo penetrador era um rapaz bem forte e bem dotado que conhecera naquele exato momento. Eu estava muito a vontade e a coordenação motora do moço no exercício era mesmo admirável, quando me surgiu um desses seres ressentidos e desprezíveis popularmente chamados de crentes. Era um desses exemplares meio raquíticos, de semblante murcho e rosto inexpressivo. Veio até nós, parecendo muito incomodado com a cena toda. Estranho, havia outros colegas de esporte praticando a modalidade de maneira bastante espalhafatosa, nós dois estávamos bastante discretos em nosso canto… Quando chegou até nós, a pobre criatura iniciou o seu velho discurso de ressentimento. Não havia nada de original na fala daquele rapaz, os mesmos cacoetes, os mesmos clichês do estilo, as mesmas causas dos mesmos imaginativos problemas. Nem mesmo a voz do rapaz era original, sempre com aquela irritante languidez tão endêmica nos religiosos.

Eu e meu parceiro, que a principio ignoramos o religioso, começamos a ficar envergonhados com tão constrangedora situação, pois nossos outros amigos da praça começaram a rir de nós.

Já meio irritados com a indiscrição do jovem, resolvemos ser mais energéticos.

“Olhe rapaz” Intervir logo após termos parado a sodomia. “Você esta sendo mal-educado se intrometendo em assuntos que não lhe diz respeito e que não atrapalha em momento algum o interesse público.”

“Como não me diz respeito? Diz respeito a Jesus!”

“Olhe rapaz, o seu Jesus deve estar praticando o mesmo que nós com uma dúzia de anjos lá no céu enquanto você nos atrapalha com nosso negócios aqui na terra”

“Mas que petulância!”

“Como assim? Só disse a verdade…” A raiva do jovem bíblia me deixou bastante satisfeito.

“Que o senhor tenha piedade de você por suas blasfêmias e por seu modo dissoluto de viver”

“Meu jovem, você não acha mesmo que eu estou ligando para o seu discurso?” Em seguida me dirigi ao meu companheiro. “Meu bom amigo, mostre a ele o que realmente é um jeito descente de se viver.”

Então o meu colega tomou o jovem a força e o sodomisou ali mesmo, entre as gargalhadas de todos na praça.

O rapaz até que ficou muito enfurecido, mas com o decorrer dos dias ele começou a se dedicar ao esporte; hoje é um praticante assíduo e se prepara para disputar o campeonato estadual…





Ane

14 03 2009

Ane, a bojudinha

Ane, a bojudinha

 

Por Estocador

Acabara de sacar boa parte do meu recém salário? Era 18:30, sexta feira, e certamente boa parte das putas iriam estar lá pelo centro da cidade mais tarde. Dançando em boates prediletas, Rêmulos, rasgando suas fantasias de seus belos corpos, rebolando, esfregando bucetas no cano do palco. Enfim, a sacanagem me evocava, e como sempre, não apresento qualquer resistência; cedo por mim, pela carne, pelo sexo barato. Me entrego porque quero, necessito sentir o aroma de buceta e estocar meu pau nelas, e sem qualquer proteção: flertar com o proibido.

Meu velho amigo de infância, David, como eu, resolveu virar de costas à sinagoga, sim, e viver the wrong way of life. Esse judeu “filho da puta” me liga neste exato momento. “Aaaaaahhh, caralho, fala, man, vamo curtir a night?”. “Pra onde?” – indaguei eu; “Pro Rêmulos, socar umas putinhas!”. “Me encontra no Castelinho Bar às 20:00, beleza?” – disse ele. “Tranqüilo, pode crer”. Nos encontramos, tomamos algumas cervas, putanhamos com algumas colegiais do IEA e rumo ao Rêmulos, garoooooootoooooo…

Isso aí, quando cheguei já fui logo abraçando a Ane, corpinho gostoso, dando palmadinha de leve naquele rabinho fogoso implorando pra ser penetrado. Ui, papai, só de imaginar meu pau atolado naquele cuzinho macio, já dá até vontade de subir pro quarto agora mesmo com ela. Mas deixa pra depois, tá muito cedo, ainda são 22: 00. Antes de comer a Ane quero que ela dance pra mim, no palco principal. E não raro boto meu pau pra fora e bato, só pra começar, uma bronha ali mesmo!!! Perto do palco, porra, e não lá fora!!!

A droga começa a rolar solta, uísque, maconha, pó, tudo o que um intelectual como nós, um dia futuros Drs. precisamos. Opa, a Ane vai entrar no palco, começa o strip, ela está de pocahontas. “Que shortinho de couro mais fudido esse” – falo com um tom totalmente tesudo, e pegando na cabeça do meu pau. E ela começa a dançar. Rebola, gira, contorce, “ai, caralho!!!”, e tira a bota, depois o chapéu, já está só com o shortinho de couro. Me aproximo do palco, e ela esfrega a buceta na minha cara, “Poooorrraaaaa!!!”. “Que cheiro de vida, esse!”. Ela começa a tira o short; faço sexo oral nela ali mesmo. “Paga só o quarto, eu adoro foder contigo; você me entende, sabe” – disse ela. E fomos, mas quando olhei pro lado, o David já tava era com uma também, a Larissa, uma negona giganta de quase dois metros. Fomos ambos casais para o quarto.

Estou sob água de chuveiro, a Ane, uma branquinha meio bojudinha, de joelhos com o meu pau até a garganta, chupando indescritivelmente o Menino. Chupa a cabeça, depois uma massagem no saco. Nessas horas realmente tenho certeza de que sou feliz, sim, eu a mulher dos meus sonhos. E não é nenhuma posudona metida a besta que não sabe foder um cara, é a Ane, uma puta assumida. Sincera comigo e com ela mesma. Posso até dizer que amo, sim, chego a ama essa “vagabunda”, e não me importo se ela transa com outros, gosto dela por causa de sua sinceridade. Um homem só pode ser feliz ao lado de uma puta, e como cravou Kerouac, é impossível ser saudável sem amar e gozar…

Transei com a Ane por toda noite. Faz dois anos que temos um caso. E já de manhã, logo ao levantar da cama, ela me olhou, bem no fundo da alma e perguntou “Como é que nos damos tão bem, hein. Será que é porque eu sou puta?”. “Não Ane, acho que seja porque não usamos máscaras, nem mesmo somos egoístas um com o outro. Você gosta de foder comigo e eu contigo, você gosta de mim do jeito que sou, eu de você, assim mesmo, prostituta.

Daí a importância de se casar com uma puta, mas, como diz Zé Mephisto, isso é tema pra outra escrita.








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